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Conrad Murray, médico particular de Michael Jackson, foi indiciado nesta segunda-feira (8) por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O médico já se apresentou, voluntariamente, à polícia de Los Angeles.
A promotoria acusa o Murray de ter administrado uma dosagem excessiva do anestésico propofol e do sedativo lorazepam. Além das duas, outras quatro drogas foram encontradas no corpo do cantor, entre elas diazepam, lidocaína e efedrina.
Caso seja considerado culpado, o médico, que estava ao lado do cantor no dia da sua morte, 25 de junho de 2009, pode pegar até quatro anos de prisão. Segundo seu advogado, Murray irá declarar-se inocente da acusação.