Foto Jorge Salvador
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Patrícia Carracena Repórter Policial
Uma operação do GAP – Grupo de Apoio à Promotoria – e a Polícia Civil desarticulou um esquema de venda e fabricação de CDs e DVDs piratas em Teresópolis. O material seria vendido por camelôs na rua Waldir Barbosa Moreira, no centro da cidade, local conhecido pela atividade intensa dos vendedores ambulantes. Além de CDs e DVDs, os policiais apreenderam ainda diversos aparelhos utilizados para cópia e fabricação rápida do material proibido, vendido nas ruas da cidade. As investigações foram feitas de forma sigilosa, seguindo denúncias encaminhadas aos policias de apoio a Promotoria, que realizaram diversas operações antipirataria em nossa cidade.
O Policial Militar Marco, lotado no Rio de Janeiro, tem 10 anos de atividades policiais, e seguindo determinações da Corregedoria, teve a sua identidade preservada. Na delegacia o mesmo chegou a intimidar a imprensa, apontado o dedo para os repórteres, dizendo que não iria permitir imagens suas. O mesmo é apontado como um dos distribuidores e chefe do esquema do material fornecido aos camelôs de nossa cidade. Na carceragem da Polinter - Base - Teresópolis, seis vendedores autônomos permaneciam detidos. Para o delegado adjunto da 110ª os mesmos deverão continuar presos.
Os envolvidos começaram a ser ouvidos na tarde desta segunda-feira. Logo depois, seriam transferidos para o Rio de Janeiro. O trabalho em conjunto foi o desfecho para o sucesso da operação, na opinião do delegado adjunto. “Sempre quando o trabalho é feito em conjunto e com seriedade, o resultado é esse aí. Desta vez ficou ruim pra esta turma. Pirataria é crime. Não se pode brincar com as autoridades. Nós apoiamos e trabalhamos junto com o GAP nesta operação e o resultado está aí, com a prisão inclusive dos “cabeças”. Quanto ao Policial Militar, o caso dele será entregue aos seus superiores, mas ele está preso por ter sido apontado como integrante do esquema”.
Na tarde desta segunda, mais um homem foi detido, e também apontado como um dos “cabeças” do grupo. Identificado como “Steve”, o mesmo também ficou detido na carceragem da Polinter.
O GAP – Grupo de Apoio a Promotoria – contou nesta operação com a participação dos seguintes policiais: Soldado Henrique; Cabo Ferreira; Cabo Manso; Sargento Miguel e Sargento Montel.